A presença do prefeito Bruno Cunha Lima na festa de Efraim, da direita e de Flávio Bolsonaro não é novidade para quem acompanha a vida política da Paraíba. Ele sempre foi bolsonarista, lembra da foto que mostra o prefeito, o primo Romero e o então presidente Jair Bolsonaro com os braços levantados para o firmamento, saudando a transposição de São Francisco?
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Naquele tempo Efraim ainda era “lulista”.
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E contínuo “lulista” enquanto deu.
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Até gente sua conseguiu emplacar no Governo.
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Voltando à festa, era pra ter mais gente, porém os camuflados ainda apostam na liderança de Lula e querem auferir vantagens dos eleitorados. Se Lula cair em desgraças e o filho de Bolsonaro subir nas pesquisas, pularem fora como sempre pularam, e vão endeusar o outro.
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Falando em Flávio, ainda se comenta a dança dele. Meu amigo Edson ficou impressionado.
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Mesmo sem apresentar sucesso eleitoral, Efraim já é importante. O jornalista Carlos Rocha (não sei), mesmo credenciado, foi impedido de entrar no local destinado às entrevistas do senador. E ao reclamar, foi tratado com grosserias.
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Aí eu perguntei: cadê a novidade?
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É muita felicidade, bota felicidade nisso!
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Estou preocupado, a violência está passando dos limites, os assaltos se repetem, os assaltantes são às claras, sem medo da polícia. E matam, como mataram o turista do Paraná na frente da filha em Cabedelo.
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Sair de casa, até para caminhar, é risco de morte. Cadê a João Pessoa que nos dava espaço para caminhar, passear, curtir a vida?
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As operações contra o aumento dos combustíveis parecem não intimidar os donos de postos. Daqui a Bananeiras só vi preço alto. E muito alto. Até o álcool, que é feito aqui, subiu de quatro para quase seis.
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A turma aproveitou para tirar o pé da lama.
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Está chegando a hora do adeus.
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Dois jovens se tornarão governador e prefeito da maior cidade da Paraíba.
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No Governo, Lucas, na Prefeitura, Leo.
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Será que a pancada do bombo vai mudar?
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Fizeram uma estrada nova na chegada a Bananeiras, mas a estrada nova envelheceu antes do tempo. Bastou chover para ficar esburacada.
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Botaram sonrisal em vez de asfalto.
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Enquanto o PL fazia festa em João Pessoa, o prefeito Cícero Lucena caminhava por Campina Grande.
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Ao lado de milhares.
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Deus ajude a quem madruga.
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Será que Flávio Bolsonaro vai participar de um debate com Lula na TV? Quando disputou o Senado, teve uma bilôla e foi retirado dos braços.
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Mas agora pode ser que resista, tudo tem seu dia, hoje é meu dia, amanhã será o seu.
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“Só sei que foi assim”, dizia o velho Chicó em conversa com João Grilo.
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“Ou me ama com firmeza ou quebro seu cu com uma pedra”, ameaçava Severino de Vitalina.
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“Sai de mim, abacaxi, que eu tomei leite”, esnobava Duda Soquete os galanteios de finado Tadeu.
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“É orgulhosa, mas já te beijei”. (Zé de Louro)
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“E assim caminha a humanidade”. (João Costa)
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“Mais vale duas pombas na mão do que uma no cu”. (Cicinho)
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Inté.











