Tenho acompanhado pelo Diário Oficial do estado a terceirização das trocas de comando em secretarias e a única que escapou à regra foi ao Desenvolvimento Humano, onde Cida Ramos venceu a queda de braço com Pollyana Weverton.
O acirramento nos bastidores levou às manchetes verdadeiras coisa que deveria ficar entre quatro paredes, mas perdeu o controle e, como disseram lá em Princesa, botaram os bofes pra fora.
Exposta as vísceras, o duelo deixou ambas em saia justa perante a opinião pública.
Duas mulheres, duas histórias, mas o mesmo de sempre: disputa por peivilégios na máquina para garantir a reeleição.
Um protagonismo feminino negativo.











