As primeiras do dia | Blog do Tião Lucena

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Influenciadores digitais com câmaras e microfones percorreram os corredores da Assembleia e da Câmara Municipal testando a fidelidade dos bolsonaristas. Primeiro perguntaram se eles eram discípulos de Jair e diante da resposta afirmativa, entregaram a cada uma uma embalagem de detergente Ypê, indicando que bebessem um gole. Ninguém bebeu.

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Pelo menos nesse quesito os bolsonaristas daqui são infiéis.

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O conhecido detergente Ypê acabou mergulhando numa guerra ideológica inesperada nas redes sociais. O que começou como uma decisão sanitária da Agência Nacional de Vigilância Sanitária rapidamente virou combustível para disputas políticas, teorias, boicotes e militância digital.

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Uma polêmica surgiu após a Anvisa determinar o recolhimento de diversos produtos da marca, especialmente lotes de detergentes e lava-roupas com final “1”, apontando falhas graves no processo de fabricação e risco de contaminação microbiológica.

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A partir daí, a internet brasileira fez o que sabe fazer com excelência: transformou o detergente em ideologias. De um lado, grupos passaram a defender a empresa como vítima de perseguição regulatória. Do outro, os usuários aproveitaram a crise para ataques políticos, memes e campanhas de cancelamento. Vídeos, publicações e debates inflamados passaram a dominar as redes sociais.

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A própria Ypê reagiu afirmando que recebeu a decisão com “indignação” e classificando a medida como “arbitrária e desproporcional”, sustentando que seus produtos seriam seguros segundo testes técnicos independentes.

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O episódio mostra como o ambiente digital basileiro já não separa mais consumo, política e identidade ideológica. Hoje, até um detergente pode virar símbolo de guerra cultural. A espuma saiu da pia e foi parar diretamente no campo minado das redes sociais.

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Duas praças que estão sendo construídas praticamente às margens do Rio Jaguaribe, no Altiplano do Cabo Branco, estão caminhando para aproximação crítica com as águas do rio depois das chuvas constantes que caíram em João Pessoa nos últimos dias. Toda essa região era de preservação permanente – de repente, como mágica, foi liberada para construção pela Prefeitura pessoal. As fotos mostram que a preocupação sobre o que vem por aí faz sentido. Atenção Sudema, Ministério Público e Ibama: é melhor prevenir do que remediar! O aviso alerta foi enviado em forma de SOS Que fique nos anais do tempo.

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O depoimento de Ariadna Thalia, integrante da Organização comandada pelo criminoso Fatoka, ao Ministério Público estadual e à Polícia Federal, deixa em maus lençóis determinados figura de proa da política metropolitana.

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Leitor do blog narra o drama da família: Neta, casada e com filho pequeno, fez concurso para agente de saúde da Prefeitura de João Pessoa no ano passado, passou e foi chamado para o curso de formação profissional, mas nada de nomeação até o momento.

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E a chuva continua caindo. Faz dois dias que o sol não bota a cara de fora, só chuva, ruas alagadas, ventos a mil.

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Uma pessoa da família chegou em casa toda molhada. “Molhei até o furico”, disse-me, molhado, gripado, espirrando e engolindo aspirina.

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No derredor do Manaíra Shopping ninguém fica sem ser com água pelas canelas. É o mundo todo e uma banda da lua.

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A Câmara Municipal de Bayeux rejeitou os projetos que concederam o Título de Cidadão Bayeuense ao deputado federal Aguinaldo Ribeiro e ao ex-governador João Azevedo. O cartaz foi de 9 votos contrários e nenhum a favor, ou seja, reinou a unanimidade.

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A Câmara de Bayeux é composta por 17 vereadores. A sessão que derrubou os dois projetos contou com a presença de nove parlamentares.

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Um anão, conhecido por Das Mulheres, foi preso em Teresina. Ele é membro do PCC e, como diz o nome, cuidava da disciplina feminina dentro da instituição.

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Lembrei logo daquele ano de Cajazeiras. O dono do circo o acusou de seduzir a filha, foram para a Delegacia, o advogado Bosco Barreto conseguiu soltá-lo sob o argumento de que um anão de meio metro não alcançaria uma moça de 1,90. Mas do lado de fora o não convença o advogado do contrário:

  • Joguei um balde na cabeça dela, me pendurei nas azeias e…

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Gente, quem pode ser que se quebre. O mundo está de pá virada. Depois eu conto.

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Inté.

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