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Sempre paro naquele supermercado tipo atacadão que existe na saída de Sapé para Bananeiras. Na ida, compro o que vou consumir durante a minha estada na terra do Ramalho. Na volta, o que vai ser usado aqui na Capital. Ontem não foi diferente, ou melhor, foi.
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Parece que o povo recebeu dinheiro, do Estado e da Prefeitura, do Bolsa Família e dos consignados que puxaram nos contra-cheques. O supermercado, lotado, oferece mil vantagens. E eu embarquei na conversa.
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Mas antes de precisar usar o banheiro, a vinha apertada desde Guarabira e a conjetura não me permitiu parar nos entroncamentos para irrigar a terra. Aliás, a terra está super irrigada, é água à vontade, lama é o que não falta e buraco no asfalto tem de fazer inveja à lua.
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Lá, fui eu para o banheiro, aliás, banheiros, uma bateria, metade para homens, metade para mulheres, dois enormes para portadores de deficiência, de modo que não seria por falta de banheiro que eu deixaria de cumprir a heroca tarefa de botar pra fora o que me incomodava.
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Logo na entrada vi uma mocinha sair com cara de desconsolo do banheiro das mulheres. Pensei no tamanho do seu sacrifício, mas como não era da minha conta, encaminhei-me ao local destinado aos homens para me desconsolar também.
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Na primeira porta, uma surpresa: uma mulher se esparramava com todo desvelo em cima da bacia que, por lei, seria ocupada por alguém do sexo masculino.
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Dei meia volta, descobri que não entrei em nada errado e poderia ser confundido com algum importunador sexual. Mas não, eu estava certo, na porta de acesso havia a figura de um macho e os dizeres que o identificavam como o banheiro dos homens.
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O jeito foi procurar o banheiro do homem portador de limitações, que estava implorando, dando-me a certeza de que ninguém o ocupava. Abra a porta. E o que vi? Isso mesmo, uma mulher de calças arriadas enxugava o preço com um chumaço de papel.
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Retornei e decidi fazer no mato mesmo. Pelo menos não correria o risco de mijar em cima de algum invasor.
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Querem fazer de Nabor candidato a vice-governador. Muito cômodo para quem quer se livrar do calo seco patoense. Mas duvido que Hugo Motta embarque nessa canoa.
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Lucas na frente, diz pesquisa. Cícero contesta, garante possuir pesquisa para consumo interno com resultado diferente.
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Pelo sim, pelo não, cala-te boca, é mió calá.
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Aliás, as pesquisas pululam, a confusão é grande, a cabeça do eleitor gira, falo o eleitor que só vota em quem vai ganhar.
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Dizem que Eduardo Carneiro quer melar o acordo dos Republicanos para as duas próximas Mesas da Assembleia.
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Mas acordo é acordo.
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Se um o descumpre, o outro não tem porque cumpri-lo.
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De Gonzaga Rodrigues para o professor Chico Viana, na hora de autografar o livro e diante do enorme público que compareceu ao lançamento:
“Estou achando que eu vou morrer”.
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Esse Gonzaga…
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Princesa enfeitada para o São João, a Rua Grande coberta pelas bandeirolas coloridas anunciam o começo da festa.
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Bananeiras também.
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Vi bandeiras em Pirpirituba, na terra da Serra Limpa.
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Ou pelo menos dos donos.
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Mas a TV Cabo Branco só fala de São João de Campina.
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Que é bom, mas não é o único.
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Há vida inteligente além da Borborema.
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Segundo informações dos principais candidatos à Presidência, o patrimônio declarado por cada um à Justiça Eleitoral é o seguinte: Romeu Zema (Novo), com R$ 129,8 milhões em bens; Ronaldo Caiado (PSD), com patrimônio declarado de R$ 24,8 milhões e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com R$ 7,4 milhões em bens, sendo parte significativamente ligada a investimentos em previdência privada.
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Agora uma surpresa: o senador Flávio Bolsonaro (PL) declarou patrimônio de R$ 1,74 milhão. E é surpresa porque, só a casa que ele roubou à vista custou R$ 6 milhões. Como ele só tem R$ 1 milhão com uma casa de R$ 6 milhões? Encolheu, foi?
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Diz ao velho Gago que ser corno é melhor do que ser prefeito. E explica: “Prefeito só é quatro anos, corno é pra toda vida”.
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Lucas Ribeiro fez estrago no cariri. Em Monteiro uniu os herdeiros de João Henriques com a adversária Lorena.
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Sei não, visse…
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E para terminar, as pérolas do Zé Simão:
O Flávio Rachadinha Bolsonaro foi recebido por Trump na Casa da Supremacia Branca. O Trump tá parecendo uma maria-mole! E serviu pra que esse encontro do Flávio com o Trump? Pra virar memes!
Meme 1: Trump com Flávio e Eduardo: Os Três Patetas!
Meme 2: O Flávio vestido de bobo da corte, com aquele chapéu de bolas e tudo! Rarará!
Meme 3: Trump na mesa e atrás de Flávio, Vance e Bananinha vestidos de domésticas. Com aventalzinho branco e tudo. Rarará!
Meme 4: Trump sentado na mesa e o Flávio de lembrete trazendo um copo d’água numa bandeja.
O Flávio devia virar garçonete da Casa Branca. Pior, a medalha que o Flávio publicou com o maior orgulho nos stories: a moeda com o selo presidencial dos Estados Unidos custa US$ 19,99 na loja a 300 metros da Casa Branca! Ou seja, ele teve que andar 300 metros e gastou US$ 19,99! Rarará!
E se o Flávio for eleito ele vai criar o ICE aqui no Brasil. Para nordestinos e petistas! “Você é nordestino?” “Sim” “De onde?” “Paraíba.” “Deporta!” “Você é petista?” “Sim.” “Deporta pra Argentina!” Rarará!
E a inflação será igual à americana. Ou seja, o Flávio é um trumpalhão!
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Inté.
O post As primeiras do dia apareceu pela primeira vez no Blog do Tião Lucena.











