Campina Grande está com cara de quem deseja reeditar as características de Efraim Morais nessas eleições.
Em 2003 o então governador Cássio Cunha Lima partiu para a reeleição com dois candidatos: Wilson Braga, apontado como favorito e Efraim Morais, visto como zebra.
No dia da eleição, Campina despejou seus votos em Efraim e não votou em Braga, que perdeu.
Revoltado, rompeu com Cássio, se disse traído.
E Efraim levou oito anos.
Agora Campina se assanha diante de Nabor Vanderley.
Começa a ensaiar um apoio que envolve vereadores e, dizem, deputados da terra e o próprio prefeito.
Esse povo já vota em Veneziano e fará a dobradinha Veneziano/Nabor.
Será que João vai ser o Braga de 2026?











